Instituto Aupaba participa do Congresso COCAL 2026
A presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare, está entre os palestrantes confirmados da 42ª edição do Congresso
A presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare, está entre os palestrantes confirmados da 42ª edição do Congresso da Associação Latino-Americana da Indústria de Eventos (COCAL 2026), que acontece entre os dias 1º e 3 de julho, em Fortaleza (CE). Considerado um dos principais encontros do setor de eventos e turismo da América Latina, o congresso reunirá especialistas, gestores, empresários e representantes de instituições para discutir tendências, inovação e desenvolvimento sustentável nos destinos turísticos.
Luciana integra a programação do último dia do evento, levando a experiência do Instituto Aupaba na construção de modelos de desenvolvimento territorial baseados no turismo regenerativo, na inovação social e no protagonismo das comunidades.
Sustentabilidade e inovação para fortalecer destinos
No dia 3 de julho, das 11h30 às 12h15, Luciana participará do painel “Sustentabilidade e inovação: fortalecendo as capacidades de um destino”, ao lado do gerente de Sustentabilidade da Informa Latam, Herbert Kanashiro, e o consultor internacional sênior em Feiras e Eventos, de Portugal, António Manuel Brito.
O painel reunirá diferentes perspectivas sobre como a sustentabilidade e a inovação podem impulsionar destinos mais competitivos, resilientes e preparados para os desafios do turismo contemporâneo. Após as apresentações individuais, os palestrantes participarão de um debate com o público, promovendo a troca de experiências e reflexões sobre boas práticas para o setor.
A experiência do Instituto Aupaba em debate
Durante sua apresentação, Luciana compartilhará a atuação do Instituto Aupaba na promoção do desenvolvimento territorial por meio de iniciativas que integram turismo regenerativo, cultura, educação, empreendedorismo e fortalecimento comunitário.
A participação reforça o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Instituto na construção de soluções que geram impacto positivo nos territórios, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e para a valorização das comunidades locais.
Conexões para o futuro do turismo e dos eventos
Promovido pela Associação Latino-Americana da Indústria de Eventos (COCAL), o congresso é um espaço de diálogo entre profissionais e organizações que atuam na cadeia do turismo e dos eventos, incentivando a cooperação internacional e a disseminação de práticas inovadoras.
Ao integrar a programação do COCAL 2026, o Instituto Aupaba amplia sua presença em fóruns estratégicos da América Latina, fortalecendo redes de colaboração e compartilhando experiências brasileiras que demonstram como inovação, sustentabilidade e desenvolvimento territorial podem caminhar juntos na construção de destinos mais fortes e preparados para o futuro.
A coordenadora executiva do Instituto Aupaba, Márcia Alves, participou nesta terça-feira (1/07) do Ideathon Inovatur Turismo de Favela 2026, iniciativa da Secretaria Municipal de Turismo do Rio de Janeiro (SMTUR-Rio), em parceria com o Senac RJ, voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para fortalecer o turismo de base comunitária no Morro da Providência.
O evento reúne moradores, empreendedores, visitantes, especialistas e representantes de diferentes comunidades em uma maratona colaborativa para construir propostas capazes de enfrentar desafios reais do território e transformá-los em oportunidades de desenvolvimento local.
Coordenadora executiva do Instituto Aupaba, Márcia Alves, no Ideathon Inovatur Turismo de Favela 2026
Antes do início da etapa prática do Ideathon, Márcia Alves apresentou aos participantes o conceito de turismo de base comunitária e compartilhou experiências desenvolvidas pelo Instituto Aupaba em diferentes territórios brasileiros, destacando projetos que unem desenvolvimento territorial, protagonismo comunitário e design regenerativo. A metodologia do Instituto parte da escuta ativa das comunidades, da construção coletiva de soluções e do fortalecimento da governança local, princípios presentes em iniciativas como o Viver Territórios e a Jornada Inovadora do Turismo.
O Ideathon foi estruturado a partir de um amplo processo de diagnóstico realizado anteriormente no Morro da Providência, envolvendo moradores, empreendedores, visitantes e instituições parceiras. Esse levantamento identificou cerca de 30 desafios relacionados à infraestrutura, experiências turísticas e modelos de gestão, que agora servem como base para o desenvolvimento das soluções pelos participantes.
“O turismo de base comunitária só gera transformação quando nasce da escuta e do protagonismo de quem vive o território. Compartilhar a experiência do Instituto Aupaba em um processo como o Ideathon mostra que inovação e desenvolvimento caminham juntos quando comunidades, poder público e instituições constroem soluções de forma colaborativa. É esse movimento que fortalece os territórios e gera impactos duradouros para quem vive e para quem visita esses lugares”, destacou Márcia Alves.
Coordenadora executiva do Instituto Aupaba, Márcia Alves, no Ideathon Inovatur Turismo de Favela 2026
Após dois dias de imersão, os cinco projetos mais bem avaliados seguirão para uma etapa de aceleração, com mentorias especializadas, acesso ao laboratório de inovação, economia criativa e tecnologia do Senac-RJ e conexão com investidores e parceiros estratégicos para transformar as propostas em iniciativas viáveis.
A abertura do evento contou com a participação da secretária municipal de Turismo do Rio de Janeiro, Dani Maia, além de representantes do Senac RJ e especialistas convidados. Na sequência da apresentação do Instituto Aupaba, um guia local do Morro da Providência compartilhou a história, a identidade e os potenciais turísticos da comunidade, reforçando o protagonismo dos moradores na construção das soluções.
Secretária municipal de Turismo do Rio de Janeiro, Dani Maia
Realizado no território considerado a primeira favela do Brasil, o Ideathon Inovatur Turismo de Favela busca consolidar o Morro da Providência como referência em inovação social, turismo de base comunitária e valorização do patrimônio histórico e cultural do Rio de Janeiro.
Projeto dos Institutos Aupaba e Bancorbrás pretende qualificar mais de 600 pessoas, apoiar 200 empreendedores e fortalecer 100 negócios sustentáveis em Macapá e Santana
Macapá (AP) – Mais de 100 pessoas e representantes de mais de 30 organizações, entre instituições públicas, acadêmicas e da sociedade civil, participaram, nesta terça-feira (24), do lançamento oficial do Projeto Viver Territórios Amapá, realizado no Auditório da Fecomércio Amapá. A iniciativa dos Institutos Bancorbrás e Aupaba chega ao estado com a proposta de fortalecer o turismo de base comunitária e regenerativo como estratégia de desenvolvimento territorial sustentável para Macapá e Santana.
Ao longo dos próximos 24 meses, o projeto vai qualificar mais de 600 pessoas, acompanhar tecnicamente 200 empreendedores e contribuir para a criação de 100 negócios sustentáveis, promovendo mentorias e fortalecimento da governança local, além da estruturação de roteiros turísticos.
Empreendedores, lideranças comunitárias, representantes de instituições públicas e privadas, agentes culturais, estudantes e atores locais reunindos no lançamento do Viver Territórios – Amapá. Fotos créditos: Emanuelle Gomes
A abertura do evento contou com a participação da secretária de Estado do Turismo do Amapá, Syntia Machado dos Santos Lamarão; da presidente do Sindetur e coordenadora do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Fecomércio Amapá, Joseane Coutinho, representando o presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac Amapá, Ladislao Monte; do coordenador-geral do Laboratório UNIFAP Digital, Rafael Pontes; além da presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare, e da representante do Instituto Bancorbrás, Leandra Santos.
A secretária de Estado do Turismo destacou a importância da iniciativa para o momento vivido pelo setor no estado. “Me chamou a atenção ver institutos de fora do Estado contemplando o Amapá, não apenas por sua beleza, mas pelas oportunidades e potencialidades que já estão se transformando em resultados concretos. Reafirmamos aqui nosso compromisso com a sociedade amapaense e estabelecemos essa conexão com os Institutos Aupaba e Bancorbrás para trazer ao Amapá mais oportunidades, com responsabilidade, diálogo e respeito”, afirmou Syntia Lamarão.
Parceiros do Viver Territórios no lançamento do projeto em Macapá – AP. Fotos créditos: Emanuelle Gomes
Fomento inicial para o setor
Durante o lançamento, o coordenador-geral do Laboratório UNIFAP Digital, Rafael Pontes, anunciou a realização de uma nova edição do Summit da Economia Circular, prevista para outubro, e convidou os participantes do evento a se inscreverem. Ele informou que serão disponibilizados R$ 300 mil para apoiar projetos ligados à economia circular, bioeconomia e cidades inteligentes. “Quem quiser impactar na sua comunidade com ideias inovadoras, o Laboratório Digital da UNIFAP está à disposição, inclusive para ajudar a escrever essas ideias e transformá-las em projetos”, destacou.
Rafael também anunciou que o Viver Territórios Amapá integrará a programação do Summit da Economia Circular, destinando R$ 10 mil em premiações para iniciativas voltadas ao turismo sustentável, ampliando as oportunidades de fortalecimento do setor no estado.
Fotos créditos: Emanuelle Gomes
Potencialidades do território
Após a apresentação do projeto, foi realizado o painel “Desafios e Oportunidades para o Turismo no Amapá”, mediado pelo professor da Universidade Federal do Amapá, Daniel Chaves. Participaram do debate o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Santana, Robson Paes; a secretária municipal da Família de Macapá, Rainize Marques, representando a secretária municipal de Turismo, Lorena Quintas; o coordenador municipal de Turismo de Santana, Adilson Chaves; além da presidente do Instituto Aupaba e da representante do Instituto Bancorbrás, Leandra Santos.
Durante sua participação, o secretário Robson Paes destacou o potencial turístico de Santana e a importância de integrar o turismo às estratégias de desenvolvimento econômico do município. “Estamos trabalhando iniciativas voltadas ao fortalecimento do turismo fluvial, com a criação de novas rotas turísticas e valorização dos nossos rios. Somos banhados pelo Amazonas, temos o rio Matapi, o Vila Nova e um território rico em igarapés e lagos. É um patrimônio natural que precisa ser reconhecido como oportunidade de desenvolvimento econômico para nossa população”, afirmou.
Fotos créditos: Emanuelle Gomes
Construção coletiva
Para a presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare, o lançamento demonstrou a disposição do território em construir uma agenda compartilhada de desenvolvimento. “O que vimos hoje foi o encontro de pessoas, instituições e comunidades que acreditam que o desenvolvimento sustentável precisa nascer da escuta, da valorização dos saberes locais e da construção coletiva. Encerramos este encontro inspirados pela adesão e pela diversidade de atores presentes. Esperamos contribuir com a criação de oportunidades duradouras para quem vive no território”, avaliou.
Fala da presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare. Fotos créditos: Emanuelle Gomes
Leandra Santos destacou a chegada do Instituto Bancorbrás ao Amapá por meio do Viver Territórios. “Encontramos aqui uma rede comprometida, acolhedora e disposta a construir caminhos coletivos para o desenvolvimento. Acreditamos no potencial das comunidades para serem protagonistas de suas próprias transformações e queremos contribuir para gerar impactos positivos e duradouros para as pessoas e para os territórios.”
O evento foi encerrado com a assinatura simbólica da Aliança Institucional pelo Desenvolvimento Sustentável de Macapá e Santana, aberta à adesão de novas organizações parceiras ao longo da execução do projeto.
O Instituto Aupaba foi selecionado para participar do Web Summit Rio 2026 na categoria Impact Startup, reconhecimento concedido a organizações que utilizam inovação e tecnologia para gerar impacto positivo alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).
O evento, considerado o maior encontro de tecnologia e inovação da América Latina, começa nesta terça-feira, 08 de junho, reunindo startups, investidores, empresas, lideranças globais e agentes de transformação de diferentes partes do mundo.
Tecnologia a serviço da transformação social
Durante o evento, o Instituto Aupaba apresentará o Surfe Carioca, iniciativa que utiliza plataformas digitais e soluções tecnológicas para ampliar a captação de recursos, fortalecer parcerias e criar oportunidades para jovens por meio do esporte, da educação e da inclusão social.
A participação no Web Summit representa uma oportunidade estratégica para demonstrar como a tecnologia pode contribuir para o fortalecimento de comunidades, a geração de impacto social e o desenvolvimento de territórios mais resilientes e sustentáveis.
Impacto, inovação e desenvolvimento territorial
Ao longo de sua trajetória, o Instituto Aupaba tem desenvolvido projetos que conectam educação, cultura, turismo regenerativo, empreendedorismo e transformação social. Estar presente no Web Summit Rio amplia a visibilidade dessas iniciativas em um ambiente global dedicado à inovação.
A seleção como Impact Startup reforça o compromisso da organização com a construção de soluções que geram benefícios concretos para pessoas e territórios, utilizando a inovação como ferramenta para enfrentar desafios sociais e ambientais.
Encontro global de inovação
No dia 10 de junho, o Instituto Aupaba estará no estande A4-37, na área ALPHA 4, compartilhando experiências, construindo conexões e apresentando projetos que demonstram o potencial da inovação social brasileira.
A participação no Web Summit Rio 2026 representa mais um passo na ampliação das redes de colaboração do Instituto e na disseminação de iniciativas que unem tecnologia, impacto social e desenvolvimento sustentável.
A presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare, participou, no dia 1º de junho, de uma aula internacional online promovida pela Katholische Universität Eichstätt-Ingolstadt, na Alemanha. O convite foi realizado pelo Prof. Dr. Hannes Thees, professor interino e coordenador da área de Turismo e do Centro de Empreendedorismo da universidade.
Reconhecida por sua atuação acadêmica nas áreas de turismo, sustentabilidade e desenvolvimento territorial, a instituição reuniu estudantes da disciplina “Teoria e Estratégia de Gestão e Marketing de Destinos” para uma discussão sobre turismo regenerativo e empreendedorismo social.
Regeneração e transformação dos territórios
Durante a palestra “Regeneração para o turismo: empreendedorismo social e a experiência do Instituto Aupaba no Brasil”, Luciana apresentou conceitos e ferramentas práticas voltadas ao desenvolvimento territorial regenerativo, além de compartilhar a trajetória e a metodologia de atuação do Instituto Aupaba.
A apresentação destacou como o Instituto integra turismo, cultura, educação e fortalecimento comunitário em seus projetos, promovendo soluções que geram impacto positivo nos territórios e ampliam oportunidades para as populações locais.
Além da abordagem conceitual, a palestra trouxe exemplos concretos de iniciativas desenvolvidas pelo Aupaba, evidenciando aprendizados e resultados obtidos em diferentes contextos brasileiros.
Fortalecendo conexões internacionais
A participação do Instituto Aupaba na atividade reforça a importância do intercâmbio de conhecimentos entre diferentes países e instituições de ensino, ampliando o diálogo sobre inovação social, regeneração e os desafios contemporâneos do turismo.
Ao compartilhar experiências brasileiras em um ambiente acadêmico internacional, o Instituto contribui para a construção de novas perspectivas sobre desenvolvimento territorial e turismo regenerativo, fortalecendo redes de colaboração voltadas à transformação positiva dos territórios.
O Instituto Aupaba agora faz parte do Nature Positive Forum, iniciativa internacional que reúne organizações comprometidas com a redução de impactos ambientais e também em interromper e reverter a perda da biodiversidade no planeta.
A Nature Positive Initiative é uma plataforma vinculada à Nature Positive Initiative, um movimento global que busca mobilizar diferentes setores para alcançar metas relacionadas à proteção da biodiversidade, restauração de ecossistemas e promoção de modelos econômicos alinhados à regeneração da natureza.
Instituto Aupaba passa a integrar o Nature Positive Forum
Com a entrada no fórum, o Instituto Aupaba passa a integrar essa rede internacional de organizações que trabalham de forma colaborativa para a construção de modelos regenerativos que fortaleçam territórios, comunidades e ecossistemas.
“A entrada no Nature Positive Forum representa um passo importante para ampliar conexões internacionais e fortalecer o diálogo sobre regeneração, biodiversidade e desenvolvimento territorial. O Brasil possui territórios estratégicos para a agenda climática e ambiental global, e acreditamos que as comunidades precisam estar no centro dessas transformações”, afirma a presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare.
A adesão ao fórum também abre espaço para novas oportunidades de intercâmbio de conhecimento, participação em eventos globais e colaboração com organizações internacionais que atuam na construção de soluções voltadas à regeneração ecológica e social.
O Instituto Aupaba está entre as 19 organizações signatárias da Carta Manifesto “Turismo de Natureza no Brasil: Conservação, Desenvolvimento e Orgulho Nacional”, lançada no último dia 15 de maio, durante o Fórum de Turismo de Observação de Vida Silvestre (TOVS), realizado no evento Avistar, em São Paulo. Liderada pelo Instituto Semeia, a iniciativa busca posicionar o turismo de natureza como prioridade estratégica nas eleições de 2026, defendendo políticas públicas voltadas à valorização dos parques nacionais e áreas protegidas como vetores de desenvolvimento econômico, conservação ambiental e fortalecimento regional.
O documento destaca que o Brasil recebeu, em 2025, cerca de 9,3 milhões de turistas internacionais, gerando aproximadamente US$ 7,9 bilhões em receitas turísticas. No mesmo período, os parques nacionais registraram 13,6 milhões de visitas e sustentaram 219,6 mil postos de trabalho. A projeção apresentada pelas entidades aponta potencial para que os parques brasileiros alcancem 19,7 milhões de visitas anuais até 2030, com impacto estimado de R$ 20 bilhões por ano na economia.
Para a diretora executiva do Instituto Semeia, Renata Mendes, o Brasil precisa transformar sua condição de potência ambiental em estratégia permanente de desenvolvimento. “Países que já compreenderam o valor estratégico dos seus parques e de suas Áreas Protegidas transformaram esses espaços em âncoras para o fortalecimento econômico e para a projeção internacional. Com vontade política é possível transformar nosso patrimônio em vetor de desenvolvimento socioeconômico e de fortalecimento do orgulho nacional”, afirmou.
Cataratas do Iguaçu
A presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare, destaca que o manifesto reforça a importância de conectar conservação, desenvolvimento territorial e protagonismo comunitário. “O Brasil possui um patrimônio natural único e os parques nacionais têm potencial para impulsionar economias locais, fortalecer identidades culturais e ampliar oportunidades de forma sustentável. No Instituto Aupaba, acreditamos que o turismo de natureza precisa avançar para uma lógica regenerativa, em que a proteção ambiental esteja integrada ao bem-estar das comunidades, à valorização dos saberes locais e à construção de territórios mais resilientes”, afirma.
Carta Manifesto
A Carta Manifesto também defende maior integração entre políticas de turismo, economia e meio ambiente, além de investimentos em infraestrutura, fortalecimento de serviços turísticos, mecanismos modernos de financiamento e formação contínua de gestores, empreendedores e comunidades do entorno. O texto ressalta ainda que o desenvolvimento só será efetivamente sustentável se promover inclusão socioeconômica e fortalecer a identidade cultural e histórica dos territórios.
Além do Instituto Semeias e do Instituito Aupaba, assinam o manifesto organizações como WWF-Brasil, SOS Mata Atlântica, Onçafari, Braztoa, CNC/Cetur, Abeta, Abrasparques, SAVE Brasil, Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso, TOVS, Coletivo Muda, Entre Parques, Gear Tips Outdoor, Grande Reserva da Mata Atlântica, Instituto Serra do Curral, Projeto Parques Nacionais, Aliança Bike e Sindepat.
Em Puerto Williams, Luciana De Lamare leva abordagem sistêmica de desenvolvimento territorial a um dos principais encontros acadêmicos do turismo no Chile
Puerto Williams, no extremo sul do continente, foi palco de uma reflexão ampliada sobre o futuro do turismo durante o XIV Congresso da Sociedade de Investigadores em Turismo de Chile (SOCIETUR 2026). Realizado entre os dias 7 e 11 de maio, o encontro reuniu pesquisadores, acadêmicos e profissionais para debater os desafios e caminhos do setor em temas como inteligência artificial aplicada ao turismo, políticas públicas, mudança climática, turismo em áreas protegidas, governança e identidade territorial.
Navegação no Estreito de Magalhães
No dia 9 de maio, a presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare, apresentou a metodologia de Design Regenerativo para Territórios e Comunidades (DRTC), desenvolvida pela organização brasileira, com foco na aplicação do design regenerativo ao turismo e ao desenvolvimento territorial.
A apresentação trouxe uma abordagem sistêmica para o desenvolvimento territorial, destacando o turismo como parte integrada de sistemas vivos complexos — nos quais dimensões ambientais, sociais, econômicas, culturais e institucionais se inter-relacionam.
“O design regenerativo para o turismo não começa no visitante, começa no território. Ele parte da escuta profunda, do reconhecimento das vocações locais e da capacidade das comunidades de liderarem seus próprios processos de transformação”, explica a presidente do Aupaba.
Luciana De Lamare com a presidente do Societur Melissa Gutierrez
A metodologia apresentada, desenvolvida pelo Instituto Aupaba, estrutura-se em seis fases — da leitura sistêmica territorial à consolidação de governança e inovação permanente — integrando pensamento sistêmico, teoria da mudança, cocriação multissetorial e avaliação de impacto.
A abordagem responde a desafios recorrentes em territórios turísticos, como a fragmentação institucional, a desarticulação entre atores e a subutilização de ativos bioculturais locais, propondo uma lógica de desenvolvimento baseada na regeneração e não apenas na mitigação de impactos.
“Não se trata de reduzir danos, mas de regenerar sistemas. Isso significa deixar o território melhor do que encontramos — social, ambiental e economicamente”, destacou Luciana.
A apresentação também abordou a importância do turismo como ferramenta de impacto social, capaz de fortalecer identidades, gerar renda e estruturar economias locais mais resilientes. Nesse sentido, a metodologia DRTC do Aupaba propõe a construção de soluções com base em governança compartilhada, autonomia econômica e redes territoriais colaborativas — princípios já aplicados em projetos do Instituto no Brasil.
Apresentação de Luciana De Lamare, na Societur, no Chile
“Quando o território se reconhece como protagonista, o turismo deixa de ser uma atividade extrativista e passa a ser um instrumento de dignidade, pertencimento e desenvolvimento real”, explica Luciana De Lamare
Societur 2026 Com uma programação que incluiu conferências de especialistas, mesas temáticas sobre ciência, sustentabilidade, ética, tecnologia e desenvolvimento territorial, o Societur evidenciou uma crescente convergência entre produção acadêmica e práticas aplicadas no campo do turismo.
Com participação de pesquisadores de diferentes países, integração entre universidades, empreendedores e instituições públicas, além de debates abertos com a comunidade local, o Societur reforçou a articulação entre ciência e prática no Turismo. Nesse contexto, Luciana De Lamare destacou a importância de fortalecer essa conexão no Brasil:
“Há uma valorização muito consistente da pesquisa aplicada, com trabalhos de alta qualidade que dialogam diretamente com os desafios reais dos territórios. O Chile mostra um esforço estruturado de conectar academia, comunidade e setor produtivo — inclusive em um território estratégico como Puerto Williams, onde há forte presença do Estado e incentivo à pesquisa. Esse é um caminho que precisamos fortalecer no Brasil para avançar em soluções mais consistentes e transformadoras.”
A participação do Instituto Aupaba posiciona a metodologia desenvolvida como uma contribuição para a construção de modelos mais sustentáveis, inclusivos e alinhados às realidades locais. Ao levar essa abordagem para um território como Puerto Williams — marcado por biodiversidade, cultura e desafios ligados à conservação e às mudanças climáticas —, o Aupaba contribui para ampliar o diálogo sobre o papel do turismo na transformação de territórios e na construção de futuros mais regenerativos.
Com patrocínio da Light, ação realizada pelo Instituto Aupaba amplia acesso à leitura levando literatura, cultura popular e inclusão a escolas públicas do Rio e Baixada
Um personagem do folclore brasileiro, livros e muita imaginação atravessam os portões de escolas públicas do Rio de Janeiro a partir deste mês de abril. Com patrocínio da Light e apoio do Instituto Light, o projeto “Trilhas Literárias: Desvendando o Brasil”, realizado pelo Instituto Aupaba, percorre comunidades do Rio e da Baixada Fluminense levando contação de histórias, atividades culturais e livros gratuitos para crianças. As atividades iniciaram no dia 16 de abril e seguem até maio.
A Escola Municipal Bilíngue Itamar Franco, no bairro de Parque das Missões em Duque de Caxias foi a primeira a receber essa edição do Trilhas, no dia 16 de maio.
A iniciativa aproveita o mês em que se celebra o Dia Nacional do Livro Infantil (18 de abril) para promover experiências afetivas e significativas com a leitura, tendo como diferencial a presença da autora Luciana De Lamare nas escolas. Ela conduz encontros a partir da obra “A Infância do Saci”, que resgata mitos do folclore brasileiro e os apresenta às crianças como parte viva da cultura e da identidade nacional.
Voltado para alunos de 5 a 8 anos, o projeto combina contação de história interativa, música e momentos de troca, criando experiências multissensoriais que vão além da leitura tradicional. Cada encontro inclui ainda a distribuição gratuita de livros, fortalecendo o vínculo das crianças com o universo literário, especialmente em regiões onde o acesso a bens culturais é mais restrito.
O Centro de Atividades Comunitárias João Custódio, em Nova Iguaçu, também recebeu o Trilhas no dia 16 de abril.
A realização do projeto ganha ainda mais relevância diante dos desafios educacionais do país. Segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil ainda conta com cerca de 9,1 milhões de pessoas que não sabem ler nem escrever, o equivalente a 5,3% da população com 15 anos ou mais. Embora o país tenha registrado avanços e alcançado a menor taxa da série histórica, o analfabetismo segue fortemente associado às desigualdades sociais e ao acesso limitado à educação na infância.
Para a presidente do Instituto Aupaba e autora do livro, Luciana De Lamare, iniciativas culturais desempenham um papel essencial nesse enfrentamento ao estimular o gosto pela leitura desde os primeiros anos escolares. “Quando uma criança se reconhece nas histórias do nosso folclore, ela entende que a cultura brasileira também pertence a ela. Levar essas narrativas para escolas públicas é semear identidade, imaginação e autoestima”, afirma De Lamare.
Nesta etapa, o Trilhas Literárias chega a escolas localizadas no Parque das Missões (Duque de Caxias), Parque Royal (Ilha do Governador), Senador Camará, Venda Velha (São João de Meriti) e Jardim Palmares (Nova Iguaçu), ampliando uma trajetória que já passou por cidades como Paty do Alferes e Miguel Pereira.
A parceria com a Light possibilita que o projeto alcance novos territórios e mantenha sua atuação gratuita para escolas e alunos. “Quando a cultura chega à escola de forma lúdica e acessível, ela contribui para o desenvolvimento emocional, cognitivo e social das crianças. Para a empresa, é fundamental apoiar iniciativas que valorizem a identidade cultural brasileira e promovam pertencimento desde cedo”, ressalta Zilma Ferreira, gerente do Instituto Light.
As crianças ganham o livro “A Infância do Saci” que também fica disponível nas bibliotecas da escolas e para os professores.
Mais do que incentivar o hábito da leitura, o projeto propõe uma reconexão das novas gerações com narrativas que ajudaram a formar o imaginário brasileiro. Ao eleger o Saci como personagem central, a iniciativa reforça a valorização do folclore e das tradições populares como elementos essenciais da formação simbólica das infâncias.
Realizado com patrocínio da Light e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, e com apoio do Instituto Light, o projeto também contribui para metas globais como educação de qualidade, redução das desigualdades e fortalecimento das comunidades. A ação está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os ODS 4, 10, 11, 12, 3, 5, 13 e 15, contemplados no livro “A Infância do Saci”.
SOBRE A LIGHT
Presente em 31 municípios do estado do Rio de Janeiro, incluindo toda a Região Metropolitana, a Light é uma das maiores distribuidoras de energia do Brasil. Todos os dias, cerca de 11,6 milhões de pessoas – mais de 70% da população do RJ – realizam sonhos, constroem projetos, desfrutam de momentos importantes e saem para trabalhar com a energia levada pela companhia, que completou 120 anos e tem sua história interligada ao desenvolvimento do estado.
Com um time de 11 mil profissionais diretos e indiretos e investimento constante em equipamentos e tecnologia de ponta para a manutenção de sua rede, a Light monitora em tempo real toda a sua área de cobertura para prestar um serviço eficiente e de qualidade.
SOBRE O INSTITUTO LIGHT
Criado em 2001, o Instituto Light desenvolve e apoia iniciativas voltadas ao desenvolvimento social e sustentável nas regiões onde o Grupo Light está presente. Por meio de projetos culturais, ambientais, esportivos e educacionais, o Instituto promove o acesso à cidadania e fortalece vínculos entre pessoas, memórias e territórios. Suas ações incentivam soluções que contribuam para cidades mais resilientes, inclusivas e alinhadas aos princípios de equidade, ética e sustentabilidade.
A participação do Instituto Aupaba na WTM Latin America foi marcado por uma agenda que conectou formação estratégica e aplicação prática do turismo regenerativo, no Trends Theatre, na quarta-feira (15), com o workshop sobre design regenerativo aplicado ao turismo e a apresentação do case Surfe Carioca, iniciativa que alia tecnologia, esporte e impacto social.
O workshop foi ministrado pela presidente do Instituto, Luciana De Lamare, e pela coordenadora executiva, Márcia Alves, para os finalistas do 6º Prêmio de Turismo Responsável 2026. A capacitação reuniu iniciativas de diferentes países voltadas à restauração ecológica, justiça econômica e fortalecimento comunitário.
Participante do Workshop Design Regenerativo para os finalistas do Prêmio Turismo Responsável
A abertura do workshop trouxe uma reflexão sobre o conceito de regeneração no turismo. A partir daí, os finalistas participaram de uma imersão metodológica em quatro etapas, que conduziu o grupo do mapeamento das dores dos territórios e das comunidades à identificação de seus impactos mais profundos, passando pela análise das causas estruturais desses desafios, pela definição de prioridades com maior potencial de transformação sistêmica e, por fim, o desenho de soluções regenerativas conectadas às vocações locais, ao protagonismo comunitário e à geração de valor de longo prazo.
Para Márcia Alves, a formação reforça o papel do turismo responsável como ferramenta de transformação estrutural: “Quando ajudamos lideranças globais a identificar causas profundas e desenhar soluções conectadas às vocações locais, fortalecemos projetos com real potencial de legado”.
Participação do Instituto Aupaba, sendo representado pela presidente Luciana De Lamare, no segundo dia da WTM, com o Workshop Design Regenerativo para os finalistas do Prêmio Turismo Responsável.
“Foi muito simbólico conduzir esse workshop com finalistas de diferentes países. Isso mostra que a regeneração deixou de ser tendência e passou a ser um critério de excelência para o turismo responsável global”, ressaltou Luciana De Lamare.
Apresentação do Case Surfe Carioca: Como usar as plataformas digitais pode transformar vidas.
A solução conecta instrutores locais, turistas e moradores em serviços de praia, aulas e experiências esportivas com agendamento e pagamento online. O modelo fortalece economias costeiras, gera renda e amplia a inclusão de jovens em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro. “O Surfe Carioca mostra como a tecnologia pode organizar a cadeia produtiva da praia, dar escala a talentos antes invisibilizados e criar oportunidades reais de renda e pertencimento”, afirmou Márcia Alves.
Para Luciana, nos dois momentos do dia o Instituto Aupaba reforçou sua atuação em frentes complementares, a de formar lideranças capazes de redesenhar sistemas e apresentar soluções escaláveis que geram impacto real nos territórios.
Esta área é exclusivamente de uso interno da Empresa. Portanto, só colaboradores do Instituto Aupaba ou parceiros credenciados têm permissão para acessá-la.